JAPURÁ – AM – Paróquia Nossa Senhora Aparecida

Prelazia de Tefé – AM – Norte I CNBB

Conhecer os interlocutores da catequese Criança de 0 a 03 anos

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Acreditamos que o grande desafio que temos enfrentado nos últimos tempos, nos encontros de catequese, é o de conhecermos as pessoas a quem vamos transmitir uma mensagem, catequizar. A catequese tem cada vez mais ampliado os seus interlocutores, por isso, precisamos pensar em uma catequese do ventre materno à pessoa idosa. Precisamos superar a idéia de uma catequese apenas para as crianças com o objetivo do sacramento somente (CR, n. 131)
A catequese deve ser compreendida como processo ou itinerário, caminho que uma pessoa percorre ao longo da sua vida, de sua história, “Tal processo procurará unir fé e vida; dimensão pessoal e dimensão comunitária; instrução doutrinária e educação integral; conversão a Deus e atuação transformadora da realidade; celebração dos mistérios e caminhada com o povo” (CR, n.29).
Para que uma pessoa, seja ela, criança, adolescente, jovem, adulto ou idoso, possa amadurecer na fé, é preciso que o conteúdo, a mensagem catequética seja adaptada ao desenvolvimento psicológico em que a pessoa vive.
Apresentamos a seguir alguns indicativos do desenvolvimento na linha de pesquisa da psicologia do desenvolvimento e sugerimos algumas alternativas de ação para os catequistas.
As características que marcam a fase do início da vida até os três anos têm seu primeiro momento de desenvolvimento físico com a habilidade motora. A criança começa a ter seu desenvolvimento motor apto para aprender, desenvolver os pequenos músculos e aprende a andar entre os nove e quinze meses de idade. Nesta fase, tem início uma alimentação mais sólida. Desenvolve a linguagem, começa a falar, balbuciando palavras, construindo pequenas frases do seu mundo infantil e de seus interesses.
Nesta fase da vida, a criança aprende com frases curtas, é importante responder somente aquilo que a criança perguntar, sempre com frases curtas e diretas.
A partir de histórias, contos, fábulas ter diálogos informais com as crianças, isto facilita a apreensão do que está sendo falado para ela, sempre utilizando um vocabulário conhecido pela criança, pelo grupo, inserindo, gradativamente, outras palavras no vocabulário de fácil compreensão. Tudo isto favorecerá o desenvolvimento de uma forma lúdica, criativa, prazerosa, atraente, em tudo sempre mostre a presença amorosa de Deus que cuida de todos, por isso brincar com a criança, pegá-la no colo é sinal de transmissão de confiança. Tudo isto contribui para uma imagem de Deus que é segurança, eliminando assim todos e quaisquer tipos de medo que possam surgir nesta fase da vida.
Pe Eduardo Calandro
Pe Jordélio Siles Ledo, css
Postado por às 09:13
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